sexta-feira, 29 de maio de 2009

Firmado convênio entre a FURB (Programa Institucional Arte na Escola) e Prefeitura Municipal de Indaial

No último dia 21, na Secretaria de Municipal de Educação de Indaial, foi assinado o convênio da FURB através do Programa Institucional Arte na Escola com a Prefeitura de Indaial.

De acordo com a professora Rozenei Maria Wilvert Cabral, uma das cordenadoras do Programa, em Indaial, de 2002 a 2008 o Programa possuia convênio com a Fundação Indaialense de Cultura, onde realizava cursos de formação para professores vinculados a Secretaria Municipal de Educação e grupo de estudo.

"Em razão de termos um trabalho bem específico com professores de Arte, decidimos junto com a Secretaria de Educação firmar um convênio diretamente com a Prefeitura de Indaial, prevendo maior acessibilidade aos professores da Rede Municipal", afirma a professora Rozenei. Ela ainda esclarece que "este convênio consiste na implantação e prestação de assessoria, por parte da FURB, na execução do Programa Institucional Arte na Escola com a missão de qualificar processos educacionais em arte, bem como na organização de eventos que envolverem arte-educação, de responsabilidade da escola de formação permanente."


Momento da Assinatura do Convênio.
À esquerda, o prefeito de Indaial Sr. Sérgio Almir dos Santos e, ao lado, Sra. Marilda Angioni, representante da FURB.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Seminário Nacional sobre Desastres e suas Consequências

No último dia 20, aconteceu a primeira reunião para articulação e organização do Seminário Nacional sobre Desastres. Essa proposta é resultado do Seminário Interno de Discussão da Catástrofe Novembro/2008, realizado nos dias 24 e 25 de março/2008.

Este projeto está sendo coordenado pelo professor Clodoaldo Machado, Pró-Reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão da FURB, e das discussões iniciais ficou proposto a data de Novembro/2009 para a realização do evento, ou seja, quando estará completando um ano da catástrofe que abateu a região no ano anterior. O objetivo principal é ampliar a discussão em nível nacional para que o conhecimento acumulado por pesquisadores e técnicos sejam sintetizados numa proposta, ao final do seminário, que indique ações de prevenção e minimização dos problemas causados por este tipo de desastre.
Os professores da FURB Lúcia Sevegnani, Juarez Aumond, João Noll, Marcos Mattedi e Oklinger Mantovanelli juntamente com Raimundo Mette, representante da Secretaria de Desenvolvimento Regional, Telmo Duarte, representante da Defesa Civil e Lisbeth Cordani, representante da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência - SBPC, estiveram presentes na reunião e apoiam a iniciativa da Universidade.

A realização do evento dependerá de financiamento externo e, neste momento, todos os esforços deste grupo estão direcionados na busca de parceiros e apoiadores.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Congresso Brasileiro de Extensão Universitária - CBEU

Nos dias 27 a 30 de abril de 2009, em Dourados/MS, foi sediado pela Universidade Federal da Grande Dourados o 4º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária. A FURB participou do evento com 17 trabalhos apresentados.

Abaixo você poderá compartilhar das impressões e experiências vividas por uma das representantes da FURB no evento.

"Olá, sou Jeice, pesquisadora do Mestrado em Educação da FURB. Porém, acima de tudo, considero-me uma eterna extensionista. Deixei de ser bolsista do Programa de Extensão coordenado pelo professor Osmar de Souza, mas a extensão não me deixou, ela ficou em mim [...] O que falar sobre o CBEU? Difícil é falar em poucas linhas, pois foi intensa a experiência, e diversas foram as percepções. Vou tentar resumir.

Começo pelo que mais me chamou a atenção: a participação dos extensionistas nas discussões (extensionistas = alunos-extensionistas). Na primeira mesa-redonda, quando a voz foi dada à platéia, apenas uma (ex) extensionista se apresentou, entre um gigantesco número de pró-reitores e coordenadores de Programas/Projetos de extensão. Pensei: é o tema da mesa, só pode! Contudo, em outra mesa da qual participei, também não apareceram. Finalmente, na mesa-redonda da/sobre a extensão popular, poucos da platéia não se apresentaram como extensionistas.

Na Tenda Paulo Freire (não divulgada oficialmente, no site, impossibilitando inscrição antecipada), estavam os extensionistas novamente, em número maior ainda. E, surpresa! Eles falam!!! Discutem, argumentam, têm incertezas, dúvidas, envolvem-se intensamente, falam sobre a relevância do que fazem e como as experiências são/foram transformadoras!

Senti falta da promoção de espaços em que houvesse a comunicação dos participantes dos “dois contextos”. Parecia (minha impressão) haver uma diferenciação dos que “fazem extensão” e dos que “pensam sobre extensão” (não que as duas coisas não se completem, mas LÁ, pareciam não se “comunicar”). Não que o aluno não tenha sido lembrado. A professora Ney Cristina Monteiro de Oliveira (dona da fala que mais me encantou) disse com os olhos brilhando: “se tem uma coisa que eu sempre repito, é que o extensionista é o melhor aluno”. Quando fui ver o Currículo Lattes, vi que toda a formação “pós-graduação” dela foi em educação (o que explica muita coisa).

Imagine a confusão de uma extensionista/pesquisadora ou pesquisadora/extensionista: “a qual dos discursos dou prioridade neste evento?”, “qual dos dois persigo?”. Tentei equilibrar a presença nos dois contextos. E, graças à tecnologia, consegui “estar em dois lugares”. Algumas mesas-redondas e oficinas foram gravadas por amigos que fiz no ônibus (grandes pessoas), por isso, consegui ouvi-las posteriormente.

Todos os extensionistas com os quais conversei eram tão diferentes e, ao mesmo tempo, algo em comum me encantava: o esforço. Lembro de uma moça que subiu no palquinho externo chamado “espaço alternativo” (os nomes não são dados à toa) que relatou: “viajamos mais de 35 horas num ônibus sem banheiro e só com o dinheiro do próprio bolso, a instituição não quis nem saber”.

No tal “CbeBEU” (uma confraternização em um barzinho, da qual tive de participar devido ao inteligentíssimo título – só por isso, óbvio – isso foi irônico, óbvio), vi meninos e meninas fazendo amizade para encontrar lugar para dormir: “oi, tudo bem, podemos ser amigos? Sim? Então, posso dormir com você?” (apesar de parecer, não era cantada, era por necessidade mesmo).

Em resumo (até onde pude perceber), os espaços de discussões dos alunos foram o tal palco “espaço alternativo”, a Tenda Paulo Freire, as apresentações de trabalho, o CbeBEU e a fila para o almoço (gigantesca, por sinal). As mesas-redondas (sem contar a da extensão popular) pareciam espaços mais de escuta, e não de participação nos/dos discursos.

Parabenizo a FURB e a UFSC pela contribuição com o transporte. Não sei quanto aos outros, mas uma das integrantes do ônibus (eu) nunca mais será a mesma: a paixão pela extensão me pegou de jeito. E, principalmente, a minha admiração e meu respeito aumentaram pela flexibilidade, jogo de cintura e força criadora/criativa de um povo, a meu ver, pouco escutado: os (alunos) extensionistas. Dizem que a juventude brasileira, depois dos “caras-pintadas”, está meio morta. Quem diz isso não foi ao CBEU e, provavelmente, não conversou/conversa com (empenhados) extensionistas."

Jeice Campregher

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Curso de Extensão - Estabilização de Enconstas

ESTÃO ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA O CURSO APLICADO DE ESTABILIZAÇÃO DE ENCOSTAS

PÚBLICO ALVO:
Engenheiros civis, arquitetos, geólogos, engenheiros florestais, engenheiros ambientais, biólogos, técnicos de edificações, técnicos biólogos.

PROGRAMA:
Módulo 1: Geotecnica de Enconstas (20h/a)
Prof. Dr. Eng. Civil Lúcio Flávio da Silveira Matos
Ementa: Metodologia de elaboração de laudos técnicos sobre acidentes geológicos na perspectiva geotécnica. Movimentos de massa; tipologia e classificação; agentes e causas; estudo de casos reais. Condicionantes dos movimentos de massa; geomorfologia; geotécnica; clima; vegetação; ação antrópica. Mapeamento de perigo e riscos a escorregamentos. Conceitos básicos para o estudo da estabilidade de taludes; água no solo; pressão neutra; resistência ao cisalhamento. Análises de estabilidade de taludes. Métodos de análise de estabilidade. Obras de estabilização e contenção de taludes; retaludamento; drenagem; proteção superficial; estruturas de contenção; grampeamento do solo; aterros reforçados com geossintéticos.

Módulo 2: Hidrologia Aplicada a Escorregamento de Talude de Encostas e de Sistemas de Drenagem (10h/A)
Prof. Dr. Eng. Civil Adilson Pinheiro
Ementa: Movimento da água e escorregamento de taludes. Risco hidrológico. Chuvas Intensas. Infiltração e escoamento da água no solo. Drenagem superficial. Hidráulica e escoamento fluvial. Erosão hídrica. Erosão e sedimentação fluvial.

Módulo 3: Cobertura Vegetal (15h/A)
Prof. MSc. Eng. Florestal Erwin Hugo Ressel Filho
Ementa: Formação de paisagem. Fatores vegetativos influenciadores da estabilidade de taludes. Reforço do solo pelas raízes da vegetação. Ancoragem do solo pelas raízes. Entrançamento e arqueamento do solo com raízes Modelos teóricos do reforço radicular. Arquitetura dos sistemas de raízes. Modelos de estabilidade de taludes considerando a vegetação. Propriedades biotécnicas da vegetação. Espécies vegetativas para estabilização de taludes. Metodologias de intervenção. Bioengenharia de solos.

CRONOGRAMA

  • 16/05/2009
    7h30-12h00: Módulo 1 : Geotecnia
    13h30-18h00: Módulo 2 : Hidrologia
  • 23/05/2009
    7h30-12h00: Módulo 2 : Hidrologia
    13h30-18h00: Módulo 1 : Geotecnia
  • 30/05/2009
    7h30-12h00: Módulo 1 : Geotecnia
    13h30-18h00: Módulo 1 : Geotecnia
  • 06/06/2009
    7h30-12h00: Módulo 3 : Cobertura Vegetal
    13h30-18h00: Módulo 3 : Cobertura Vegetal
  • 20/06/2009
    7h30-12h00: Módulo 3 : Cobertura Vegetal

Investimento: R$ 260,00 (duzentos e sessenta reais)
Forma de pagamento: parcela única no ato da inscrição
Número de vagas: 40
Local das aulas: sala D 104 no campus II da FURB
Rua São Paulo, 3250: Itoupava Seca
Telefone/Fax: (47) 3322-6216 ou cursos@ffmblu.com.br

ORGANIZAÇÃO
Universidade Regional de Blumenau - FURB / Departamento de Engenharia Civil
Fundação Fritz Müller
Coordenação: Prof. Dr. Eng. Civil Lúcio Flávio da Silveira Matos